Os limites da convivência paterna frente à mudança de cidade
Quando o "não" do ex-companheiro trava a mudança de cidade, a convivência vira controle. O suprimento judicial de consentimento devolve à mãe o direito de recomeçar.
Formações, jurisprudência curada, comunidade e produção intelectual para advogadas, defensoras, promotoras, delegadas, psicólogas, assistentes sociais, jornalistas e estudantes: a rede de proteção inteira.
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MissãoExistimos para que nenhuma mulher precise atravessar o sistema de justiça sozinha, e para que nenhuma profissional precise entrar nessa luta sem preparo. Entregamos técnica, estratégia e fundamentação a quem defende mulheres e crianças, porque é no domínio da prática que uma boa intenção vira uma decisão favorável.
VisãoSonhamos com um Judiciário que trate mulheres e crianças com a dignidade que a lei já promete e a prática ainda nega. Queremos ser a casa que forma as profissionais que tornam esse sonho realidade, uma tese de cada vez, até que a perspectiva de gênero deixe de ser exceção e vire o jeito de fazer Direito.
ValoresAcreditamos numa técnica que sabe de que lado está, numa verdade que não aceita atalhos e numa comunidade que se constrói junto, onde cada conquista tem nome e crédito. Olhamos gênero, raça e classe como partes da mesma história. E praticamos a firmeza de quem fundamenta cada palavra, porque combatividade séria não grita, convence.

A EBDM foi fundada em 2020, em plena pandemia, por Mariana Tripode: a primeira instituição brasileira dedicada ao ensino dos Direitos das Mulheres. Nasceu de onde nasce toda tese que funciona, a advocacia real; das Varas DAS Famílias, do Júri, dos Tribunais Superiores. E de uma constatação que nenhum manual ensinava a enfrentar: a violência de gênero não está só nos fatos levados ao processo; muitas vezes está no próprio processo, na audiência que revitimiza, no laudo que desacredita, na sentença que chama controle de cuidado.
Do primeiro curso completo sobre a Lei Maria da Penha, em 2021, a escola cresceu até se tornar um ecossistema. Fizemos história com a nossa primeira pós-graduação, em Gênero e Direitos Humanos, entregue a mais de 70 alunas em parceria com as Escolas Superiores de Advocacia do Pará e do Piauí, sob coordenação da professora Ravana. Vieram então as 7 trilhas de formação, a primeira pós-graduação do país em Direito das Famílias com Perspectiva de Gênero (certificação reconhecida pelo MEC, em parceria com a Faculdade Focus), a jurisprudência curada todos os dias úteis, o kit de petições estratégicas, a inteligência artificial treinada no nosso acervo e a Bolsa Social que reserva vagas para mulheres negras, indígenas, LGBTQIA+ e de baixa renda; porque acesso também é projeto político.
Hoje somos milhares de alunas e associadas em todo o país: advogadas, defensoras, promotoras, delegadas, psicólogas, assistentes sociais, jornalistas, estudantes. A rede de proteção inteira, formada com ancoragem no Protocolo do CNJ (Res. 492/2023), na Convenção de Belém do Pará, na CEDAW e na Lei Maria da Penha; e com a certeza de que nenhuma de nós disputa sozinha.
Banco de jurisprudência selecionada pelo método EBDM, com validação rigorosa nas fontes oficiais e classificação por trilha. Decisões reais, verificadas, prontas para virar fundamento na petição.
ACESSAR O BUSCADOR →A ferramenta da EBDM para calcular alimentos com método e transparência, reconhecendo o trabalho de cuidado no cálculo. Pensada para a prática nas Varas DAS Famílias. A partir de R$ 29.
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QUERO SER ASSOCIADA →Especializações com a marca da casa: perspectiva de gênero levada a sério, corpo docente que atua em juízo e fundamentação nos eixos normativos que decidem casos.
Inscrições encerradas · Lista de esperaA pós que fez história: a primeira da EBDM, entregue a mais de 70 alunas em parceria com as Escolas Superiores de Advocacia do Pará e do Piauí. Formação em gênero e direitos humanos para a prática profissional na rede de proteção.
Inscrições encerradas · Lista de esperaA primeira pós-graduação do Brasil inteiramente dedicada ao Direito das Famílias com perspectiva de gênero, raça e sexualidade. 445 horas-aula 100% ao vivo, 19 módulos, certificação reconhecida pelo MEC (Faculdade Focus · Portarias nº 312/2025 e nº 314/2020), corpo docente com referências nacionais. Duração média de 12 a 18 meses, com Bolsa Social em até 20% das vagas do primeiro lote.
Áreas em estudo: Violência Doméstica e Tutela Penal das Mulheres · Atuação em Tribunais Superiores. Entre na lista de espera e saiba das condições de lançamento em primeira mão, com prioridade e desconto exclusivo para associadas.
Você não precisa ser associada para aprender com a gente. Mais de 90 cursos, oficinas e webinários, com a mesma densidade e a mesma perspectiva de gênero de sempre. Busque pelo tema ou filtre pela categoria. Associadas têm desconto exclusivo.
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Busque por estado, cidade e área uma advogada que atua com perspectiva de gênero: todas são associadas da EBDM, formadas na nossa comunidade e comprometidas com a defesa de mulheres e crianças.
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Análises técnicas, leituras de jurisprudência e crítica feminista do Direito. Atualizado diariamente, com perspectiva de gênero e ancoragem nas fontes.
Quando o "não" do ex-companheiro trava a mudança de cidade, a convivência vira controle. O suprimento judicial de consentimento devolve à mãe o direito de recomeçar.
Pagar só boletos e nunca transferir a pensão não é zelo: é controle. A imposição dos alimentos in natura pode configurar violência psicológica e patrimonial.
A Lei 11.804/2008 garante o custeio da gestação com base em indícios de paternidade — e após o parto converte-se automaticamente em pensão alimentícia.
Quando o padrão de vida do genitor "desaparece" na hora da pensão, há violência patrimonial. A Teoria da Aparência permite fixar os alimentos pela realidade fática, e não pelos documentos forjados.
A autoestima pós-divórcio não nasce de uma virada repentina, mas do reconhecimento da própria competência. Sobre autonomia, rede de apoio e reconstrução — para além da partilha.

Mulheres negras concentram a maior parte da violência política intrapartidária monitorada. Não é embate: é interdição democrática. Às vésperas das eleições, dominar a Lei 14.192/2021 e o art. 326-B do Código Eleitoral deixa de ser teoria e vira instrumento de defesa.

Em 7 de agosto a LMP completa 20 anos e ao menos 18 alterações. O foco segue na repressão, enquanto a prevenção e a proteção patrimonial, que existem desde 2006, ficam fora dos pedidos. A medida protetiva é muito mais que afastamento.

Quatro mulheres por dia. O número não pode ficar na manchete: ele entra na petição. Lido pela devida diligência da Convenção de Belém do Pará, o dado de feminicídio se torna fundamento de risco concreto na medida protetiva.
Atualizado diariamente · a partir do Instagram @escoladireitosdasmulheres e de fontes primárias (STJ, STF, CNJ, legislação)
Produção autoral de mulheres da rede de proteção: análise técnica, interseccional e ancorada nas fontes. Esta área cresce a cada nova colunista.

Advogada em Direito de Família, com atuação dedicada exclusivamente à defesa de mulheres e mães a partir da perspectiva de gênero. Pós-graduada em Direito das Mulheres. Professora do curso de Serviços Jurídicos na ETEC de Guarulhos. Palestrante. Ativista feminista. Acredita que cada mulher que defende é uma história de coragem que a inspira a construir justiça e transformar futuros.
@biancarodriguess.adv →O time de colunistas da escola cresce aos poucos. Os artigos publicados estão no Blog.
A cada 15 dias: a leitura da EBDM sobre o que mudou na lei e na jurisprudência, uma autora para conhecer e o que está chegando na escola.